Cai liminar que afastava João Fukunaga da presidência da Previ

Junto com Movimento Sindical, Sindicato repudiou afastamento

 

Decisão proferida pelo desembargador Rafael Paulo Soares Pinto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, acaba de derrubar a liminar que afastava João Fukunaga da presidência da Previ, o fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil. Afastamento que foi repudiado pela FETEC-SP/CUT e demais sindicatos de bancários pelo país.

Na decisão, o desembargador demonstra que não há evidência que sustente a tese, acatada parcialmente em primeira instância, de que João Fukunaga não possuiria os requisitos necessários para o exercício da presidência da Previ e defende a competência da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) para atestar as competências técnicas do indicado ao cargo.

O magistrado cita a experiência do bancário João Fukunaga no exercício na área de fiscalização, com a participação em reuniões do conselho fiscal, e como secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, além da sua representatividade junto aos bancários do BB e associados da Previ. (fonte Seeb SP)

Sindicato dos Bancários de Jundiaí e região, junto com Movimento Sindical, repudiou afastamento

O presidente do Sindicato, Paulo Malerba, afirma que João Fukunaga tem todas as qualificações necessárias para permanecer na presidência da Previ.

”Ele comprovou suas habilidades e competências para garantir um futuro seguro aos participantes e pensionistas. Além disso, Fukunaga tem sido um defensor da sustentabilidade, integrando critérios ambientais, sociais e de governança nas operações da Previ.

Sua postura ética e transparente tem mantido a credibilidade da instituição. Com base em suas qualificações, compromisso com os funcionários e dedicação à sustentabilidade e credibilidade da Previ, é fundamental que João Fukunaga continue como presidente, trazendo estabilidade e crescimento contínuo”.

Tratou-se de uma decisão parcial, que exigia revisão imediata. É fundamental que as instituições do setor de previdência sejam tratadas com o devido respeito e imparcialidade”

Movimento Sindical repudia afastamento de João Fukunaga da presidência da Previ

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