Vigilantes da empresa de segurança que presta serviços às agências do Banco do Brasil na região de Jundiaí estão passando fome durante o expediente bancário. Isso acontece porque o contrato do banco com a empresa não prevê a figura do “almocista”, um substituto do vigilante durante o horário de almoço.
Em virtude dessa insensibilidade do banco e da empresa de segurança, os trabalhadores são obrigados a almoçar antes ou depois do expediente bancário, somando mais de seis horas sem a ingestão de qualquer alimento. Alguns trabalhadores relatam sentir tontura durante o trabalho por conta do longo período sem se alimentar.
Em conversa com gestores do banco, a resposta é sempre a padrão: que o acordo coletivo dos vigilantes permite isso. É lamentável que uma empresa como o Banco do Brasil se sujeite a praticar tal desumanidade com seus trabalhadores!