A direção da Caixa confirmou na última mesa de negociação a manutenção do teto de 6,5% da folha para custeio do plano de saúde, imposto desde 2017. Com isso, os empregados enfrentarão em 2026 um reajuste médio de 71,4% nas mensalidades – a alíquota do titular saltaria de 3,5% para 5,5%, e o valor por dependente subiria de R$ 480 para R$ 672. Além disso, seriam cobradas 17 mensalidades no ano para cobrir o déficit de 2025, estimado em até R$ 700 milhões.
Os diretores Mayara Siqueira, Paulo Mendonça e o bancário Rodrigo Gonzalez, da Caixa de Cajamar, agência Polvilho, representam o sindicato no 40º Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa), onde empregados de todo o Brasil discutem as propostas vindas dos bancários de base da linha de frente e os meios de atuação para que o reajuste não seja aplicado e que a Caixa arque com os aumentos das despesas até que o estatuto seja reformado e o teto de 6,5% seja retirado, possibilitando o retorno da proporção 70/30.
Defendem também a defesa da Caixa 100% Pública e melhores condições de trabalho!
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