O Movimento Intersindical Unificado de Jundiaí e Região reuniu-se na tarde da sexta-feira (7) para organizar a região na greve geral que acontece em todo o país, no próximo dia 28 de abril, contra as reformas impostas pelo governo ilegítimo de Michel Temer.
Composto por 17 entidades, o Movimento começa a coordenar a paralisação de vários segmentos, como transporte, bancos, escolas e comércio. “É uma luta de toda a classe trabalhadora que já entendeu a gravidade das reformas e se une em todo o país contra essa verdadeira avalanche de perda de direitos”, disse Douglas Yamagata, presidente do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e região, referindo-se às reformas trabalhistas e da Previdência.
Fé Juncal, presidente da Associação dos Aposentados de Jundiaí e região, lembrou que todos serão atingidos, inclusive quem já conquistou o benefício. “Quem já está aposentado também será atingido. Com o desmonte da Previdência não haverá dinheiro em caixa para pagar os benefícios. As pensionistas, por exemplo, não terão mais pensão integral”, alerta.
Marcos Tebom, representante da subsede da CUT em Jundiaí, disse que o grande ato do dia 31 de março, com ações em todo o país e também no centro de Jundiaí, foi uma prévia para a greve geral. “Vamos mostrar aos políticos do país e da nossa região que nossa luta e nossa voz são armas imbatíveis contra esse desmonte”.
O Movimento se reúne novamente no dia 25 de abril, no Sindicato dos Rodoviários, para traçar as estratégias finais da mobilização.
Fonte: Seeb Jundiaí