Ser mãe é um ato revolucionário! Bancárias celebram data enaltecendo a luta por igualdade de oportunidades

‘’Ser mãe é um ato revolucionário’’, com essa frase Letícia Mariano, diretora do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e região resumiu a importância de celebrar o Dia das Mães neste domingo, 14 de maio.

Além da data comemorativa, o Sindicato celebra o fato de pela primeira vez em sua história ter 40% de sua diretoria formada por mulheres. 

‘’É muito difícil trabalhar fora e cuidar das crianças, ou fazer a escolha de ter que abdicar da carreira para ser mãe em tempo integral ou deixar de ser mãe para se entregar totalmente ao sonho profissional. Nunca foi fácil e por isso é tão importante reconhecermos o papel de cada uma de nós, sendo mães ou não’’, reflete Letícia com seus dois filhotes de um e quatro anos.

Mayara Siqueira, funcionária da Caixa e dirigente do Sindicato, não é mãe, mas exalta todas as mulheres bancárias que prosseguem na luta diária de vários desafios, entre os quais, a luta por igualdade de oportunidades. ‘’Mãe é uma figura plural e ao mesmo tempo tão única’’, disse.

‘’Essa é uma data para lembrar quantas mães bancárias já saíram às ruas na defesa por direitos, por igualdade de salários, de oportunidades, contra a violência, contra o assédio moral que é tão mais penoso e frequente em nossa vidas, e contra o assédio sexual, que mesmo com tanta luta, tantas denúncias, se faz tão presente no ambiente de trabalho, nos lares. Então, o dia das mães é também um dia de celebrar a valentia feminina’’, avalia Mayara.

Pamela Leite, dirigente sindical e mãe de três filhos, entende que a luta é longa, mas aplaude os avanços conquistados pela categoria nos últimos anos.

‘’Sofremos muito pra chegar até aqui e precisamos reconhecer a luta das que vieram antes. Hoje vemos mães ocupando cargos de destaque justamente porque essas mulheres saíram às ruas, muitas delas mães solo, com seus filhos ao colo’’. 

‘’Parabenizamos e celebramos todas as mães, estejam elas atuando ou não no mercado de trabalho. Até porque, para estarmos aqui, nossas mães, nossas tias, nossas avós, foram e são imprescindíveis para que avancemos em nossa luta’’, concluem as diretoras.

fonte Seeb Jundiaí

 

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