Santander Caceis: Sindicato cobra suspensão de reajuste no plano de saúde

Plano de Assistência Médica SulAmérica Saúde terá reajuste de 36,54% a partir de novembro de 2020

Em ofício enviado ao Santander (CLIQUE AQUI para ler na íntegra), o Sindicato dos Bancários de São Paulo cobra do banco a suspensão do reajuste de 36,54% no Plano de Assistência Médica SulAmérica Saúde, oferecido aos trabalhadores do Santander Caceis, que será aplicado a partir de novembro. A entidade também cobra que o banco informe aos trabalhadores suas decisões de anuência quanto aos reajustes de plano de saúde, assim como apresente os cálculos atuariais que levaram ao percentual de reajuste. 

O ofício enviado pelo Sindicato ao banco pontua que foi publicado, em 2 de setembro de 2020, o Comunicado 85 da ANS (Agência Nacional de Saúde), com regras sobre a suspensão da aplicação dos reajustes de planos de saúde por variação de custos (anual) e por mudança de faixa etária, no período de setembro a dezembro de 2020. Neste comunicado, está consignado que não poderá ser aplicado reajuste para os contratos coletivos empresariais com 30 vidas ou mais em que os percentuais não tenham sido negociados até 31 de agosto de 2020, com exceção da manifestação de interesse do contratante em sentido contrário.

“Este percentual abusivo de reajuste, que já seria absurdo em condições normais, torna-se ainda mais injustificável em meio à uma pandemia. Os trabalhadores não tiveram reajuste sequer próximo de 36,65%. Não existe qualquer razão para que o Santander tenha manifestado anuência em relação a este aumento, mesmo na vigência de Comunicado da ANS, que tem o objetivo de manutenção do equilíbrio das relações negociais e da qualidade de prestação de serviços”, enfatiza a dirigente do Sindicato e bancária do Santander Ana Marta Lima. 

“Cobramos, além da suspensão do reajuste abusivo, que o Santander seja transparente. Os trabalhadores têm o direito de serem comunicados quanto a anuência de seu empregador em relação a um reajuste de plano de saúde, assim como de conhecer em detalhes os cálculos para a obtenção do índice de reajuste”, acrescenta. 

Diante da proximidade do mês de novembro, quando o reajuste passa a ser aplicado, o Sindicato aguarda uma resposta do banco com a máxima urgência. 

Fonte: SPBancários com edições SeebJundiaí

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