Iniciamos o ano perguntando para bancários(as) e financiários(as) quais são as expectativas e prioridades para 2025. A participação foi expressiva, com trabalhadores(as) de todos os bancos de nossa base.
Quanto às expectativas para 2025, 46,8% dos participantes estão otimistas. 31,5% encontram-se um pouco pessimistas e apenas 7,2% estão
muito pessimistas.
Quase 75% dos bancários apontam que o combate às metas abusivas deve ser priorizado pelo sindicato neste ano.
De acordo com um funcionário do Banco do Brasil: “Estamos vendo o crescimento e as alterações das metas de forma que não é possível cumprir”. No Bradesco, a queixa é a mesma: “A falta de transparência com os funcionários é algo que tem incomodado muito, além é claro das metas super abusivas e fora da realidade para o cenário econômico atual”, afirmou um funcionário.
Um funcionário do Mercantil compartilhou que “a cada mês o banco aumenta a quantidade de produtos e coloca uma meta de prospecção que interfere no ganho de variável. Não temos como controlar, pois temos que vender para clientes que são de outras instituições e nós mesmo temos que prospectar”.
Além das metas, 52,3% indicaram a saúde como principal problema e 38,7%, o combate ao assédio moral. 28% e 26% entendem que as demissões e o fechamento de agências merecem atenção.
Empregados da Caixa cobram uma solução para a questão da incorporação, funções por minuto e tesoureiros.
Quase 60% dos bancários e bancárias têm interesse em fazer um curso de CPA-10, 20 ou CEA no sindicato. Metade prefere que o curso seja presencial e a outra metade, remoto. 56% optaram pelo CEA.
Pouco mais de 20% apresentaram sugestões de convênios, uma área que está sempre com boas novidades.
Neste ano, embora não tenhamos campanha salarial, precisamos nos manter atentos à defesa dos direitos no dia a dia. Conhecer as expectativas da categoria nos ajuda nesse trabalho.