Pandemia: agências bancárias da região são fechadas para desinfecção

Em entrevista ao Jornal da Cidade, presidente do Sindicato, Paulo Malerba, fala sobre fechamento de agências durante 2a onda de Covid no país.

Algumas agências bancárias da cidade estiveram fechadas para limpeza e desinfecção, após constatação de casos de covid-19 entre funcionários destas unidades.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e região, Paulo Malerba, disse em entrevista ao Jornal da Cidade que de fato ele constata que tanto em Jundiaí como em todo o Brasil, neste momento, está havendo a segunda onda da doença viral, devido ao aumento do número de casos e infelizmente de óbitos.

Malerba ressaltou que houve casos da doença em várias agências bancárias, que estão ou ficaram fechadas para sanitização e providências de afastamento de empregados com a doença confirmada.

“Nós estabelecemos um protocolo e negociamos com os bancos o seguinte procedimento: quando há um caso suspeito de covid-19 na unidade, onde o funcionário apresentou sintomas, este já é afastado e não pode trabalhar. Fez o exame, constatou que de fato é covid, os outros funcionários que tiveram contato com o mesmo são preventivamente afastados e irão fazer o teste. A agência é fechada para fazer a limpeza, essa desinfecção (sanitização) do espaço”, explicou.


E foi exatamente o que ocorreu para a surpresa da população na terça-feira (15). “Por isso algumas agências como a do Itaú, da Avenida Jundiaí, a Santander do Parque do Colégio e a Bradesco do Centro ficaram fechadas. Só não abriremos a agência no dia seguinte no caso de haver muitos afastamentos, por conta dos contatos ou sintomas gripais apresentados, pois os bancários fazem parte de uma categoria que está na linha de frente em relação ao novo coronavírus”, ressalta o dirigente sindical.

Para ele, a situação poderia ser ainda pior, caso o sindicato não tivesse prontamente adotado medidas protocolares preventivas desde o início. “A categoria tem sido menos contaminada com a doença, mas há alguns casos inevitáveis, que voltaram a acontecer em novembro e dezembro”, concluiu.

fonte: JC (por João Carlos Coutinho)

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