Empresa quer que trabalhadores retirem dependentes do plano de saúde e que mensalidades sejam reajustadas. Mudanças também vão afetar aposentados.
Os funcionários dos Correios deflagram greve nacional a partir da noite de domingo (11) tendo entre seus principais objetivos evitar mudanças nos planos de saúde, conforme prevê resolução do Ministério do Planejamento.
A resolução (CGPAR 23) proíbe que a participação da empresa no custeio do plano de saúde seja maior que a dos funcionários, retira o custeio da empresa no período pós laboral e determina cobrança por dependentes. Proíbe também novas adesões aos planos e institui reembolso para os novos funcionários, o que força os trabalhadores que vierem a ser contratados a procurar planos de saúde privados.
“Assim como nos bancos públicos, o desmonte promovido pelo governo Temer também vai prejudicar ainda mais os serviços à população, ressalta Paulo Malerba, diretor do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e região e funcinário do BB. “Por isso é tão importante intensificarmos nossa luta pela Cassi e pela responsabilidade do BB quanto ao seu financiamento”.
A união e a mobilização conjunta dos trabalhadores de todas as estatais em defesa de seus planos de saúde são defendidas também pelos integrantes da Chapa 1 – Em Defesa da Cassi, que concorrem aos cargos de diretor e de conselheiros da Caixa de Assistência, na eleição marcada para o período de 16 a 28 de março.
Encabeçada por William Mendes, a Chapa 1 é integrada ainda por Fernando Amaral Baptista Filho (RJ) e Fabiano Felix do Nascimento (PB), candidatos a conselheiros deliberativos titulares, tendo como suplentes Ana Paula Araújo Busato (PR) e Elisia de Fiquiredo Ferreira (SP), e por Diusa Alves de Almeida Almeida (SP) e Carlomagno Goebel (RS), candidatos a, respectivamente, titular e suplente do Conselho Fiscal.
fonte de dados: Seeb Brasília