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Marcha pela paz em Jundiaí

Jundiaí sedia lançamento da Marcha pela Paz e não Violência 2009 PDF Imprimir E-mail
FETEC/CUT-SP   
07 /07 / 2009

O Sindicato dos Bancários com a Subsede da CUT de Jundiaí, a Zumbi Associação do Movimento Afro-brasileiro (Grupo Zama), os Movimentos Humanistas e Mundo Sem Guerra realizam no município, neste sábado (11) e domingo (12), o lançamento da Marcha Mundial pela Paz e a não Violência no Brasil.

A caminhada terá a presença da argentina Maria Rosa Luque, idealizadora da Marcha, que passa por vários países para conscientizar governos e população sobre a importância de combater a violência e a discriminação.

Em Jundiaí, já foram realizadas duas caminhadas pela paz, mas segundo Gerson Machado, dirigente do Seeb/Jundiaí e coordenador da Subsede da CUT na cidade, esta será a maior. “Percebemos que as guerras e a discriminação continuam. Falta sensibilidade do ser humano. Falta amor. A caminhada serve para mostrar que unidos temos chances de acabar com a desigualdade e mostrar que não aguentamos mais tanta violência”, afirma.


Programação:

Dia 11
Das 19 às 21 horas: Celebração ecumênica – Uma cultura de paz
Das 21 às 0 horas: Sarau Cultural – Integração pela Paz


Dia 12
Às 10h30: Caminhada pela Paz – saída da estação ferroviária até o Grupo Zama
Às 12h: atrações musicais, dança, capoeira, oficinas, artesanato, culinária, etc


A Marcha

A Marcha Mundial começará na Nova Zelândia, no dia 2 de outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas como “Dia Internacional da Não-Violência”. Terminará na Cordilheira dos Andes, em Punta de Vacas, aos pés do Monte Aconcágua em 2 de janeiro de 2010. Durante estes 90 dias, passará por mais de 90 países e 100 cidades, nos cinco continentes. Cobrirá uma distância de 160.000 km por terra. Alguns trechos serão percorridos por mar e por ar. Uma equipe base permanente de cem pessoas de diversas nacionalidades fará o percurso completo.

Essa iniciativa chama a atenção para um dado importante: 10% do que se gasta em armamento resolveria o problema da fome no mundo.

A participação é aberta a todos. Em sua passagem pelas cidades, serão realizados fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos (esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc).

Esta é uma iniciativa do “Mundo sem Guerras”, uma organização internacional que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência.


Juliana Satie

 

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