O gerente geral recém-nomeado na agência Maxi Shopping já começou muito mal sua gestão. Em pouco tempo na unidade já vem colecionando problemas, tanto com funcionários como com o Sindicato.
Demonstrando muita insensibilidade, vem sistematicamente assediando uma gerente de contas portadora de doença grave. Não bastasse tamanha desumanidade, ainda afronta o Sindicato ao questionar publicamente “quem teria autorizado à entrada de diretores do Sindicato fora do expediente bancário”.
Seu passado te condena
Este indivíduo já foi transferido às pressas da agência de São Sebastião, onde, segundo informaçôes, teria cometido muita confusão. Em Paulínia, sua última lotação, teria também causado muitos problemas a ponto de o Sindicato de Campinas exigir sua saída.
Complacência da administração
A administração do BB tem sido muito dura com funcionários, principalmente quanto à cobrança de metas e às normas internas, chegando mesmo a descomissionar gerentes oriundos da Nossa Caixa sem qualquer embasamento legal; mas é complacente com gestores que se utilizam de meios escusos para administrar suas unidades, principalmente no que diz respeito à gestão de pessoas.
Aliás, gestão de pessoas é uma coisa com a qual o banco não se preocupa nem um pouco, pois o que se vê são verdadeiras barbáries que nem empresas privadas são capazes de cometer.
Entre tantas aberraçôes na gestão de pessoas, uma é no mínimo absurdamente absurda: o funcionário comissionado que necessitar de afastamento médico por um período superior a noventa dias perderá automaticamente sua condição de comissionado, voltando a ser escriturário. Para não causar “morte súbita”, o banco concede 12 meses de pagamento de comissão a título de “esmolão”. Ao término do “esmolão”, se o funcionário ainda estiver vivo, terá que sobreviver com o salário de escriturário. Isso não acontece nem em empresa privada.
Além de assediada por este gerente, a funcionária em questão ainda está passando pelo período do “esmolão”, o que a deixa mais vulnerável e psicologicamente mais abalada.
O Sindicato exige a imediata saída deste cidadão daquela unidade e da sua jurisdição. Exige também que a funcionária seja tratada com toda a decência e humanidade que merece.