Exoneração do presidente do BB é ‘suspensa’

Após pressão de Guedes e Campos Neto, Bolsonaro recua da demissão

Após rumores de que o presidente Jair Bolsonaro retiraria André Brandão de seu cargo na equipe econômica, a exoneração do presidente do Banco do Brasil foi ‘suspensa’, sem nunca ter sido formalizada.

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central e responsável pela indicação de Brandão, teria sido responsável – junto com Paulo Guedes (Economia) e Tereza Cristina (Agricultura) – em demover Bolsonaro da demissão.

O presidente da República viu o projeto de fechar agências e criar um programa de demissão voluntária como fator de desgaste do governo, que enfrenta a disputa política pelo comando da Câmara dos Deputados.

A iniciativa foi bem vista por forças do mercado a favor da privatização e redução do BB. Segundo informações de bastidor na imprensa, a exoneração está politicamente ‘suspensa’, podendo voltar a ser estudada no futuro.

Bolsonaro quer que o projeto de redução do banco seja adiado para depois de fevereiro, mês em que a eleição para a presidência das casas congressuais ocorre. Na manhã desta sexta-feira (15), entretanto, formalmente as iniciativas continuavam valendo.

Fevereiro é também a data para promessa requentada de Guedes de prosseguir com sua agenda de reformas. Sua intenção continua sendo a manutenção do ajuste fiscal e a preservação do Teto de Gastos.

fonte: Reconta Aí

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