Erros de Bolsonaro levam país a mais de 4 mil mortes por dia. O maior índice do mundo

Liderança caótica, ajudaram a promover as milhares de mortes que poderiam ser, em sua grande maioria, evitadas com o mínimo de planejamento

Com o sistema de saúde em colapso, o Brasil é hoje o segundo país com mais mortos pela covid-19 do mundo, com número de óbitos diários batendo consecutivos recordes. Confira os principais erros do governo Bolsonaro que, com sua liderança caótica, ajudaram a promover as milhares de mortes e que poderiam ser, em sua grande maioria, evitadas com o mínimo de planejamento, já que o PNI, Plano Nacional de Imunização do Brasil sempre foi modelo para o mundo. 

“Só uma gripezinha”

Bolsonaro desprezou a doença desde o início, quando a OMS já havia reconhecido se tratar de uma pandemia (escala mundial) e chamou a Covid de gripezinha

Não comprou vacinas na hora certa

Ele e os filhos criaram problemas diplomáticos com a China e o governo recusou comprar a Coronavac no primeiro momento. O acordo garantiria ao menos 60 milhões de doses na primeira fase de vacinação.

Se isolou do mundo na luta contra a doença

Em maio de 2020, junto com Trump, o Brasil não aderiu ao projeto da OMS que visava acelerar o desenvolvimento de uma vacina e de remédios contra o novo coronavírus. O projeto visava facilitar o acesso global a novos remédios e kits de testagem.

Não responde o que está fazendo para a Justiça

Por volta do mês de agosto do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) estipulou um prazo de 60 dias para que a Casa Civil do governo federal apresente um plano detalhado de vacinação da população brasileira. Não houve resposta do governo

Recusou a vacina da Pfizer

O laboratório americano Pfizer fez a primeira proposta de venda de 70 milhões de doses para o Brasil em agosto de 2020. A oferta foi reforçada outras vezes. Apesar do CEO da farmacêutica enviar uma carta a Bolsonaro, o governo recusou as propostas.

‘’Ninguém é obrigado’’

Ao invés de correr com o Plano de Imunização, Bolsonaro focou na defesa da liberdade de escolha daqueles que não querem se vacinar. ‘’Ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”. E muitos seguidores passaram a intensificar as fakenews sobre a eficácia das vacinas, contra a comunidade científica e contra a mídia que tem repassado informações de especialistas na área.

Disputa com Dória

Em 20 de outubro de 2020, Pazuello anunciou a compra da vacina Coronavac, em parceria com o Butantan, ligado ao governo paulista, comandado por João Doria (PSDB). No dia seguinte, Bolsonaro desautorizou Pazuello.

‘’Pandemia está chegando ao fim’’

Durante declaração em dezembro de 2020 em uma entrevista que concedeu a um de seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o presidente Jair Bolsonaro disse: “A pandemia, realmente, está chegando ao fim. Temos uma pequena ascensão agora, que chama de pequeno repique que pode acontecer, mas a pressa da vacina não se justifica”

‘’A vida continua’’

No dia em que o Brasil atingiu a marca de 200 mil mortos pela Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse lamentar os óbitos, mas que “a vida continua”.

Aglomerações

Desde 2020, Bolsonaro promove aglomerações. A prática não é recomendad, porque a transmissão pelo vírus costuma ocorrer pelo ar ou contato pessoal com secreções contaminadas. Mesmo assim, o presidente ignorou regras sanitárias recomendadas pela OMS.

Ignorou toda a crise

O Comitê de Crise, que deveria ter sido criado no início da pandemia, só foi surgir um ano de pandemia, momento em que o Brasil já batia mais de 3 mil mortes por dia.

Saúde sem direção

O cardiologista Marcelo Queiroga é o 4o ministro da Saúde desse governo. Já passaram por lá os também médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Ambos deixaram a pasta por conta da postura negacionista do presidente.

‘’Kit Covid’’

Mesmo após médicos, cientitas e a  Anvisa refutarem a existência de tratamento precoce contra a covid, Bolsonaro continua defendendo o tratamento preventivo.

Lockdown

Jair disse que continua sem acreditar na efetividade do lockdown.

Além de promover aglomerações, ele se manteve contra às medidas de isolamento mais severas decretadas por governadores. Com a escassez de vacinas hoje, a medida é uma das mais eficazes para frear o crescimento da pandemia no Brasil.

fonte: opovo.com

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