O BB fechou 361 unidades e criou dois programas de demissão voluntária, com a adesão de cinco mil funcionários.
Em 2019, o BB contava com 93,1 mil funcionários. Com a redução dos 5.533 colaboradores (PDQ e PDE), hoje o banco conta com pouco mais de 86 mil funcionários num país continental.
Mesmo oferecendo só os serviços essenciais na pandemia, o banco amarga a falta de funcionários. O resultado é a clientela em desespero, principalmente pessoas com dificuldade em lidar com canais digitais, e profissionais extremamente sobrecarregados.
Contra o povo e o trabalhador
Para piorar o cenário, o governo federal ignora a potência do banco e amplia seu desmonte. “Fechar agências, demitir funcionários e reduzir o atendimento representa um desmonte do papel social do BB. Idosos e pessoas sem afinidade com a internet, a exemplo de pequenos agricultores, vão procurar outros bancos para movimentar a conta. E isso é uma perda imensa”, destaca Paulo Malerba, presidente do Seeb Jundiaí.
‘’O governo joga contra o trabalhador e contra o povo, porque demite e fecha agências em plena pandemia. Vale lembrar que muitos municípios só têm agências da Caixa e o BB. É um momento caótico e de tristeza para todo o país’’, lembra Malerba. ‘’Por isso a importância de intensificarmos a luta contra o desmonte dos bancos públicos. E para isso, precisamos que a categoria se una ao Sindicato. Essa é a única rede de proteção que temos no momento’’.
fonte: SeebJundiaí
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