Bancários do Santander não devem mais usar whatsapp para comunicação com clientes

Atendendo à reivindicação do movimento sindical, o Santander informou, há algumas semanas, que o uso do WhatsApp Business para conversas com clientes não será mais permitido, e que para se comunicar com clientes, os trabalhadores deverão usar os canais institucionais do banco.

O Santander também se comprometeu a orientar os bancários nessa transição, principalmente entre a última semana de agosto e primeira semana de setembro. A direção do banco comprometeu-se ainda a orientar permanentemente os funcionários sobre uso, acesso e principalmente compartilhamento de dados, visando a segurança de trabalhadores e clientes.

“O Sindicato também alerta os bancários sobre a responsabilidade que têm ao usar essas ferramentas, por conta da segurança com as informações dos clientes E a gente também solicitou ao banco que, mais do que uma orientação, o Santander estude todo o fluxo de trabalho dos gerentes para que cada vez mais se reduza a necessidade dos clientes de procurarem os gerentes pelo WhatsApp. Além disso, que as soluções sejam possíveis dentro da jornada de trabalho e nos canais institucionais do banco”, destaca a diretora do Sindicato e coordenadora da mesa de negociação com o Santander, Lucimara Malaquias.

Diante da nova orientação do banco, os gestores não podem mais pressionar os bancários a utilizarem o WhatsApp com clientes. “Se os gestores continuarem assediando os bancários para isso, eles devem denunciar ao Sindicato. O Santander já concordou que não há segurança sobre o que se compartilha pelo WhatsApp, portanto, os trabalhadores não devem utilizá-lo”, reforça Lucimara.

A dirigente destaca que ainda levará um tempo para que de fato não se utilize mais o WhatsApp. “O banco se comprometeu a estudar o fluxo e outras possibilidades de contato, mas até que isso se efetive numa ferramenta específica, a gente orienta que os trabalhadores utilizem apenas os canais institucionais do banco, para se resguardar de possíveis fraudes, erros ou outras irregularidades no processo”, diz Lucimara.

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