Com 1524 mortes em 24 horas, país acumula 200.498 óbitos, segundo maior número mundial, e 7.961.803 casos confirmados
Após ultrapassar 200 mil mortes, o Brasil voltou a registrar nesta quinta-feira (7) o maior número de novos casos de Covid-19 em um dia desde o início da pandemia. Foram 87.843 casos confirmados em 24 horas, o maior número era de 16 de dezembro de 2020, quando 70.574 casos entraram na contagem.
Nas últimas 24 horas, o país registrou 1.524 novas mortes provocadas pela doença. Com isso, acumula 200.498 óbitos, segundo maior número mundial. Os casos confirmados da doença no Brasil somam 7.961.803.
O Brasil é o segundo país a atingir a triste marca de 200 mil vítimas da pandemia. Os Estados Unidos chegaram a esse número em setembro — hoje, os norte-americanos registram mais de 362.037 mil mortes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. Em relação ao total de casos, o Brasil está atrás dos EUA e Índia (com 21.354.027 e 10.395.278, respectivamente).
STF pede esclarecimento de Pazuello sobre vacina no Brasil
Depois de diversos impasses e ficando atrás na fila de 50 países em relação ao início da vacinação contra a Covid-19, o ministro Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, intimou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello,a prestar esclarecimentos sobre o estoque de insumos necessários para a vacinação contra a Covid-19.
O ministro deu o prazo de cinco dias para que Pazuello “comprove o estoque de seringas e agulhas da União e dos respectivos estados para a condução especificamente da vacinação da Covid-19, ao menos para os quatro grupos prioritários conforme detalhado no “Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19”.
Lewandowski também ressaltou que no caso dos estoques não serem suficientes para o processo de imunização, o governo tem 48h para apresentar um planejamento de aquisições dos materiais.
Em pronunciamento realizado nesta quinta-feira (7), Pazuello disse que o Brasil possui condições de produzir seringas internamente. No entanto, ainda não tem calendário de vacinação e nem insumos disponíveis para a imunização de brasileiros.
Anvisa recebe pedido do Butantã para liberar Coronavac
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou na manhã desta sexta-feira (8) o pedido de autorização temporária de uso emergencial e em caráter experimental da Coronavac. O pedido foi enviado pelo Instituto Butantan, que conduz os estudos brasileiros com o imunizante contra a covid-19, desenvolvido pela empresa chinesa Sinovac.
A agência estima que levará até 10 dias para avaliar o pedido, “descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações , a serem apresentadas pelo laboratório”, salientou em comunicado.
Covid-19 nos estados
O Paraná não divulgou dados nesta quinta até às 20h, por isso não está em nenhum dos três grupos.
Com alta na média de mortes, estão o Distrito Federal e dez estados: Amazonas, Roraima, Rondônia, Tocantins, Piauí, Ceará, Paraíba, Sergipe, Goiás e Rio de Janeiro.
Em estabilidade, temos 12 estados: Acre, Amapá, Pará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, São Paulo e Rio Grande do Sul.
E apenas três estados aparecem com queda na média de mortes: Pernambuco, Minas Gerais e Santa Catarina
Fonte: CUT