Acordo Coletivo do Saúde Caixa é aprovado!

Assembleias realizadas em todo o país confirmam “reajuste zero” nas mensalidades do plano de saúde das empregadas e empregados da Caixa

As empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal, titulares do Saúde Caixa, aprovaram a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico do plano de saúde em assembleias realizadas por sindicatos da categoria em todo o país. Do total de votantes no sistema centralizado pela Contraf-CUT, 65,84% foram favoráveis ao acordo. O acordo foi aprovado em todas as capitais e nas grandes bases sindicais, exceto em Belo Horizonte.

Na base de Jundiaí e região a proposta foi aprovada por mais de 80% dos vontantes.

A deliberação foi realizada de forma remota, por meio de plataforma eletrônica de votação, das 19h de terça-feira (11), às 14h desta quarta-feira (12). Aposentados e pensionistas titulares do plano também participaram do pleito. O resultado não inclui as bases do Seeb/SP, Seeb/BA e Seeb/ES, que utilizam sistema próprio de votação.

“Importante a aprovação da proposta que garante reajuste zero nas mensalidades do nosso plano de saúde. Isso vai impedir o sufoco financeiro ainda maior de muitas empregadas e empregados devido aos valores pagos ao plano de saúde e até mesmo o abandono do plano por outros, que não teriam como arcar com os pagamentos se houve reajuste nos valores”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da caixa, Felipe Pacheco.

Com a aprovação nas assembleias, o acordo será assinado e passa a ter validade a partir de 1º de janeiro, com vigência até 31 de agosto de 2026.

A luta continua

O coordenador da CEE/Caixa ressaltou que as negociações do Saúde Caixa vão continuar mesmo após a aprovação do acordo nas assembleias. “Dado o cenário de alta dos custos médicos e os déficits existentes, que levaram a Caixa apresentar uma proposta inicial de aumento de até 71% dos valores que seriam pagos pelos usuários, o reajuste zero foi uma grande conquista. Mas, afastado o risco de reajuste, agora vamos discutir a igualdade de direitos para quem foi contratado a partir de setembro de 2018 e, também, o que é preciso ser feito para acabar com o teto de gastos da Caixa com a nossa saúde”, disse.

Fonte: Contraf-CUT e SEEB Jundiaí

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