A vida dos “itubers” é “dinâmica”, não apenas por causa das inúmeras funções que eles realizam, mas porque a vida no banco é instável e repleta de incertezas.
Até julho deste ano, cerca de 35 funcionários foram demitidos em nossa região. O impacto das demissões e a insegurança faz com que o clima nas agências fique ainda mais tenso e alimenta um movimento crescente de fuga dos funcionários para agências digitais. Mas o que parece ser uma alternativa para as incertezas que pairam sobre as agências físicas mostra-se como uma ilusão, pois a “cultura da insegurança” está impregnada em todos os setores do banco.
Para o Itaú, não importa se você está doente ou em tratamento. Não importa o quanto você “vestiu a camisa da empresa”. Se você está “dentro ou acima do esperado”. A régua fica cada vez mais alta e na hora da demissão nada mais importa.
Hoje, o “coração laranja” do Itaú está apodrecido por dentro – o cuidado que o Itaú dispensa com suas propagandas não é o mesmo dedicado aos seus funcionários e funcionárias.
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Pamela Leite, funcionária do Itaú e diretora do Sindicato