Reivindicação do movimento sindical é de que nenhum trabalhador deveria retornar ao trabalho presencial sem o ciclo vacinal completo
Conforme comunicado enviado pelo Itaú, a partir desta terça 16 todos os funcionários de polos administrativos passam a ser elegíveis ao retorno para o trabalho presencial – no caso do grupo de risco, desde que tenham o ciclo vacinal completo – com limite de ocupação dos locais de trabalho entre 10% e 50%.
O retorno ao trabalho presencial – que se dará de forma gradativa, mediante agendamento de polo, mesa e período desejado – continua sendo voluntário e, no caso do limite de ocupação em determinado locar estiver esgotado, não será possível que o trabalhador se cadastre. Esta é uma forma de controle de acesso aos polos. Além disso, o retorno se dará de forma gradativa, mediante agendamento do polo, mesa e período desejado.
Os estacionamentos nos polos administrativos ficarão liberados para os trabalhadores que optarem por condução própria.
Algumas áreas possuem particularidades e seguirão modelos específicos de retorno como é o caso das centrais de atendimento, agência digitais, Itaú Empresas, fundações, institutos e ICarros.
“A reivindicação do movimento sindical é de que nenhum trabalhador deveria retornar ao trabalho presencial sem o ciclo vacinal completo há pelo menos 14 dias. Além disso, em ofício enviado ao Itaú, propomos medidas que ofereçam maior proteção ao trabalhador”
Sergio Francisco, dirigente do Sindicato de SP e bancário do Itaú
O Sindicato tem alertado o banco em diversas reuniões sobre a importância do cumprimento das medidas de segurança como o uso correto de máscaras, distanciamento social, álcool em gel, controle de pessoas nos elevadores, assim como do acesso de funcionários e visitantes. Dirigentes sindicais têm feito visitas periódicas aos polos administrativos e detectaram diversas irregularidades praticadas por funcionários e terceiros, que foram repassadas ao banco para que sejam sanadas.
“O retorno seguro é de fundamental importância para preservar a saúde dos trabalhadores. O Sindicato continuará visitando os locais de trabalho para se certificar de que não existam riscos aos trabalhadores”, destaca Sergio Francisco.
O bancário que se sentir pressionado ou sofrer qualquer forma de assédio para retornar ao trabalho presencial deve entrar em contato com o Sindicato imediatamente. O sigilo é garantido.