Diretores reuniram-se com Secretário de Segurança de Várzea Paulista nesta terça (2). Só no 2o semestre de 2020, a cidade foi vítima de três assaltos nas agências da Caixa e BB.
O Sindicato dos Bancários de Jundiaí e região, representado por seu presidente, Paulo Malerba, e o diretor Sergio Kaneko, reuniram-se na manhã desta terça-feira com o Secretário de Segurança Pública de Várzea Paulista, Daniel Basson.
O Sindicato agendou o encontro para solicitar que o governo municipal estude, juntamente com a GM, polícias militar e civil, meios de coibir os assaltos nas agências bancárias da cidade.
Só no segundo semestre de 2020 foram três assaltos no centro de Várzea Paulista. Dois na Caixa Econômica e um no Banco do Brasil. Este último, com clientes e funcionários feitos reféns.
Paulo Malerba informa que o Sindicato vai solicitar maior reforço policial nas agências e que pretende auxiliar as nove cidades que compõem sua base na interlocução entre as forças policiais e os bancos.
‘’Precisamos encontrar formas de reduzir e combater esses assaltos que expõem bancários e clientes a riscos extremos. Creio que juntos podemos criar estratégias mais efetivas’’, avalia.
O secretário Daniel Basson informou que tanto a GM como PM de Várzea Paulista dispõem de poucos recursos, incluindo poucos homens e viaturas para o tamanho e demandas da cidade. ‘’Estamos dispostos a ajudar dentro dos nossos limites e podemos começar priorizando o monitoramento por câmeras e pedindo mais viaturas para a cidade’’, informa.
Trauma
Sergio Kaneko, diretor do Sindicato e empregado da Caixa, destaca que, na maioria dos casos, os assaltos ocorrem durante a chegada dos carros fortes. ‘’Nesse momento seria necessário um reforço maior no entorno dos bancos’’.
Ele também lembra que os assaltos impactam de forma profunda a vida de empregados e clientes. ‘’O Sindicato sempre monitora os trabalhadores vítimas de assaltos, mas sabemos que o estresse pós-traumático necessita de um longo acompanhamento de profissionais da saúde. Ou seja, além do pavor no momento do crime, os empregados e clientes podem desenvolver transtornos mentais por conta desse stress’’.
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Fonte: Seeb Jundiaí