Não satisfeito com o massacre psicológico sobre seus funcionários, com exigências de metas diárias e absurdas, com consequências graves na saúde dos trabalhadores, agora o Banco do Brasil está explorando o trabalho infantil.
É o que está acontecendo na agência 0340-9 Centro (Padroeira), em Jundiaí. A unidade conta com uma supervisora de atendimento que está em desvio de função, executando trabalho de gerente de relacionamento. Enquanto isso usam menor aprendiz para executar tarefa que é exclusiva da supervisão de atendimento ou de um escriturário, que deve fazer parte da equipe de módulo conveniência da Sala de Auto Atendimento –SAA.
A Lei 10.097/2000 juntamente com o decreto Federal 5.598/2005 estabelecem as regras para a realização de trabalho por menor aprendiz, além da Lei, a IN (instruções Normativas) do Banco também trata deste assunto e definem as tarefas que podem ser executadas por menor aprendiz. De acordo com o espírito da Lei, as tarefas do menor devem ser pertinentes para sua formação pedagógica e jamais podem trabalhar em atividades fins da empresa.
Segundo o diretor do Sindicato e funcionário do Banco do Brasil, Silvio Rodrigues,” a exploração do menor aprendiz para executar tarefas dos funcionários expõe o lado mais perverso e triste de uma instituição financeira que lucra bilhões com cobrança de metas abusivas , mas não se importa com o adoecimento de seus funcionários. A cada dia aumenta o índice de pessoas afastadas por problemas psíquicos e usuários de remédios de tarja preta! Infelizmente a avidez e a insensatez dos gestores do banco não têm limites e agora estão explorando adolescentes!! Lamentável,” conclui Silvio.
fonte: seeb Jundiaí