Sindicato cobra garantia de emprego e segurança no processo de fusão das agências em Jundiaí

A diretoria do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região reuniu-se na manhã desta quinta-feira (6) com a Superintendência Regional e o Departamento de Relações Sindicais do Santander para reivindicar a manutenção de empregos e segurança durante a fusão que  está ocorrendo nas agências do Centro de Jundiaí.

O banco fará uma grande fusão, transferindo as duas agências da rua Rangel Pestana para a agência 040, da rua Barão de Jundiaí. Agora já são três agências fechadas na cidade, incluindo a da Vila Arens. De acordo com o superintendente regional, Gustavo de Oliveira Miranda, o projeto-piloto, que se inicia por Jundiaí, pretende transformar a 040 em uma ‘super-agência’, voltada para os segmentos de varejo e negócios, incluindo instalação de stands de empresas parceiras. Por esse motivo, o banco informa não haver concepção de porta giratória no projeto.

O Sindicato cobrou transparência no processo. “Pedimos garantia dos postos de trabalho, instalação da porta de segurança e realização de reuniões durante todo o processo de fusão”, disse Antonio Cortezani, secretário de Comunicação do Sindicato.

O diretor ressalta haver um clima de insegurança entre os funcionários. “Assim como nos demais bancos que passam por reestruturação, os funcionários do Santander também sofrem com o clima de incerteza por conta das fusões”. Durante a reunião, os representantes do banco afirmam não haver pretensão de demissões por conta da fusão.

As obras do projeto-piloto já foram iniciadas e devem ser concluídas até maio de 2017. Em dezembro de 2016 o Santander já havia fechado uma agência na Vila Arens, realocando os funcionários em outra agência do mesmo bairro.

Segurança

De acordo com o banco, está prevista a implantação do sistema de tesouraria eletrônica, que tem como objetivo evitar o acesso direto dos bancários ao cofre e, desta forma, protegendo-os de sequestros e assaltos.

Para a diretoria do Sindicato, uma coisa não exclui a outra e a porta giratória continua sendo de suma importância. O município conta com uma lei da década de 90, ampliada e aperfeiçoada em 2014 com projeto do vereador Paulo Malerba (PT), que exige a instalação da porta giratória antes da sala de autoatendimento. “Cobramos o cumprimento de todas as legislações que tratam da segurança bancária, a exemplo dos biombos em frente aos caixas. Por isso vamos acompanhar todo o processo de perto”, afirma o presidente do Sindicato, Douglas Yamagata.

Fonte: Seeb Jundiaí 

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