Compra do Citibank pelo Itaú: sindicatos se mobilizam pela manutenção de empregos

Sindicatos se mobilizam pela manutenção de empregos

Um dia após o término da greve o Itaú anunciou a compra das operações de varejo do Citibank no Brasil. A aquisição custou R$ 710 milhões e foi anunciada dez meses após o banco americano divulgar seu plano de se desfazer desse segmento no país, que atende essencialmente clientes de alta renda e conta com  315 mil correntistas.

Após anúncio, o movimento sindical se mobilizou para cobrar a manutenção dos empregos e negociação com a representação dos trabalhadores e realização de protestos como parte da Jornada Internacional de Luta coordenada pela UNI Américas Finanças.

“Recebemos a notícia da venda do segmento de varejo com muita perplexidade porque é um banco que tem lucro, afirma Elvis Carlos Bartholomeu, diretor do Sindicato e funcionário do Itaú. “No ano passado, só aqui no Brasil, o Citibank lucrou R$ 211 milhões. Nosso objetivo é defender os empregos dos bancários. São cerca de 5 mil trabalhadores e 71 agências no Brasil. Não vamos admitir demissões”, afirma.

Após cobrança da representação dos trabalhadores, a direção de RH do Citibank se comprometeu a apresentar um estudo sobre o impacto da venda do segmento de varejo no Brasil.

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