Sindicato garante férias no final do ano aos funcionários do Bradesco

nao_assedio-fw_Recentemente, várias denúncias chegaram ao Sindicato informando que o Sr. João de Souza Alves Filho, Gerente Regional do Bradesco em Jundiaí, havia revogado as férias dos funcionários que agendadas nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2016.

Segundo informações, tal procedimento seria para que o Sr. João pudesse atingir a sua meta de consórcio para que futuramente pudesse obter uma premiação do banco (viagem).

O Sindicato entrou em contato com o Relações Sindicais do Bradesco, mas não obteve retorno sobre a questão. Desta forma, o presidente do Sindicato e funcionário do Bradesco, Douglas Yamagata, levou o caso para a Comissão Nacional de Empregados do Bradesco, tomando repercussão nacional.

Ainda na manhã de hoje, o Sindicato recebeu telefonema do Relações Sindicais do banco, informando que as férias agendadas nos meses de outubro, novembro e dezembro deste ano estão mantidas. O banco argumentou que a atitude se tratava de uma orientação, e não, de uma revogação das férias – isso foi contestado pelo Sindicato.

“Garantimos que as férias agendadas neste final de ano fossem mantidas aos funcionários. É um absurdo que os funcionários deixem de tirar suas férias para atingir metas que garantem premiação individual ao Regional. Portanto, pedimos aos funcionários que estão nesta situação, que tirem suas férias, pois não foram revogadas. Caso algum funcionário esteja sendo orientado ou coagido a não tirar as suas férias pré-agendadas, pedimos que entre em contato com o Sindicato no fone 4806-6650.” – orienta Douglas Yamagata, presidente do Sindicato.

Metas Abusivas e Assédio Moral

Além do episódio da revogação das férias, o Sr. João tem causado pânico entre os funcionários pela forma como é cobrada as metas impossíveis impostas aos funcionários.

“Esta questão também está sendo tratada com o Relações Sindicais do banco, que também se incumbiu de estar orientando o gestor a mudar esta prática. Esperamos que a conduta seja mudada, pois em pleno século XXI não podemos mais compactuar com atitudes como esta. Lembrar que a situação ocorre em toda a região, inclusive em na região de Bragança Paulista” – conclui Douglas Yamagata.

O telefone de denúncia do Sindicato é: 4806-6650

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