Sindicato de Jundiaí alerta população sobre perda dos direitos trabalhistas

Com o objetivo de alertar os trabalhadores e a população sobre a iminente perda dos direitos trabalhistas e sociais, o Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região realizou uma atividade no centro da cidade acompanhando o calendário do Dia Nacional de Luta pela democracia e em defesa de direitos, promovido pela CUT e demais centrais sindicais.

A m12obilização, que contou com panfletagem, faixas e um caixão representando a morte dos direitos trabalhistas, teve a participação de representantes de movimentos sociais, partidos políticos, entidades associativas e sindicais. “Existem 55 projetos que aniquilarão os direitos dos trabalhadores e entregarão o patrimônio público ao capital privado. A oposição só discute o impeachment e apresenta propostas aos trabalhadores como solução para todos os problemas, o que não é verdade”, apontou Douglas Yamagata, presidente do Sindicato dos Bancários de Jundiaí.

14Durante os discursos, o projeto “Ponte para o futuro”, proposto por Michel Temer, foi massivamente contestado. Para o Secretário de Imprensa do Sindicato, Antonio Cortezani, o projeto é um dos piores já propostos na história do país. “Entendemos este projeto como uma ponte para as trevas, porque não garante em nenhum momento um bom futuro aos trabalhadores. A meta deles é acabar com todos os direitos conquistados ao longo dos anos por meio de muito luta. Por isso entendemos que o golpe não é contra o Governo e sim contra todos os trabalhadores e a sociedade”, disse.

Toda a articulação de Michel Temer, Eduardo Cunha e Fiesp (Federação da Indústrias do Estado de São Paulo) coloca em risco a democracia e os direitos de todos. A população deve entender que não estamos nos colocando a favor de partidos e sim dos trabalhadores que serão empurrados para subempregos, sob o argumento da competitividade mundial”, disse João José Chinelatto, diretor do Sindicato.

Aposentados

Fé Juncal, presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí, reforçou que “o possível futuro sinaliza um ataque à soberania do país, às conquistas dos trabalhadores, às leis trabalhistas e também previdenciárias, com uma proposta que coloca em discussão o fim do piso para benefícios previdenciários. ”O trabalhador poderá receber como aposentadoria um valor inferior ao salário mínimo e isso não vamos permitir”, contesta.11

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