Representação sindical negocia com Banco do Brasil

Por Juliana Satie

Na manhã desta quinta-feira, em Brasília, representantes dos trabalhadores e do Banco do Brasil retomaram a mesa de negociações permanentes, após longo período de silêncio por parte da empresa e de pressão dos bancários.

Na ocasião, a Contraf CUT entregou uma carta cobrando que o Conselho Deliberativo da Cassi faça a adesão a Resolução 254 da Agência Nacional de Saúde (ANS), caso isso não aconteça, o plano ficará impedido de receber novos associados, o que é inadmissível. Mesmo já tendo transcorrido mais de um ano da publicação da RN 254, a Cassi ainda não fez a necessária adaptação, pelo fato de os conselheiros indicados pelo banco não aprovarem a decisão, uma irresponsabilidade para com os participantes da Cassi.

Jornada de trabalho foi outra cobrança feita ao BB. As entidades sindicais reivindicam respeito à jornada de seis horas e melhorias nas condições de trabalho, mas o banco não apresentou nenhum posicionamento sobre o assunto.

Os sindicalistas também apresentaram ao banco todos os problemas sobre a implantação da Plataforma de Suporte Operacional (PSO), que torna os caixas itinerantes, reduzindo o número de funcionários e precarizando o atendimento, além de empurrar os clientes aos correspondentes bancários e postais, que coloca em risco, entre outras coisas, o sigilo bancário, a segurança e avança o processo de terceirização. “Não é à toa que o Banco do Brasil está entre os mais reclamados. Agora esperamos uma resposta positiva do banco sobre esse assunto que é de extrema importância para os bancários e para os clientes e usuários”, afirma Cláudio Luis de Souza, diretor da FETEC-CUT/SP.

A próxima reunião está agendada para o dia 13 e tratará sobre sinergia. Antes disso, no dia 7, os trabalhadores realizarão a Dia Nacional de Lutas pela Jornada de 6 horas Sem Redução de Salários.

Fonte: Fetec/CUT-SP

Compartilhe!

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email