Previdência para um futuro tranquilo

Quando tomam posse no Banco do Brasil os novos colegas são apresentados ao PREVI Futuro e felizmente é grande o percentual de adesão daqueles que vislumbram a oportunidade como um passo importante para um futuro confortável. Fora do Banco, muitos profissionais autônomos ou que trabalham em empresas que não oferecem planos fechados de previdência pedem orientação nas agências ou conselhos nas rodas de amigos sobre quando começar um plano de previdência aberto e com quanto contribuir.
Quando começar e com quanto contribuir
Quando não se pode ter um plano de previdência complementar fechado, é unanimidade entre os especialistas a recomendação de que se deve começar o quanto antes a investir em previdência privada para garantir uma renda futura que irá atender às expectativas com relação ao futuro.
O primeiro passo é estabelecer o seu objetivo, ou seja, quando pretende se aposentar e quanto espera ter acumulado. “O indivíduo pode, desde o início, estabelecer uma contribuição que lhe garanta um determinado benefício ao se aposentar, mas o ideal é vincular a contribuição ao salário, que aumenta conforme o crescimento profissional do trabalhador”, indica Jacques Meyohas, atuário e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
Também é muito importante fazer simulações para saber quanto deve ser a contribuição mensal e se há necessidade de fazer um aporte maior inicial ou aportes extras ao longo do período de contribuição. “Oriento que o indivíduo verifique, com a ajuda de simuladores disponibilizados pelo gestor, se os recursos acumulados são suficientes para garantir o benefício almejado na aposentadoria ou se haverá necessidade de aportes adicionais, que poderão ser contribuições esporádicas ou por aumento das contribuições mensais. É importante também acompanhar a rentabilidade dos recursos”, orienta Paulo Josef Gouvêa da Gama, consultor da Rodarte Nogueira.
Carolina Wanderley, consultora sênior de previdência da Mercer, reforça a importância de se rever periodicamente o valor da contribuição. “De forma geral, o trabalhador não tem o hábito de parar e analisar sua vida e as possíveis necessidades do futuro. Não percebe que é necessário rever as contribuições. É comum o trabalhador começar a contribuir com um valor, mas ele casa, tem filhos e acaba diminuindo o montante. Quando dá conta da sua situação, fica claro que vai ter que colocar muito mais dinheiro para ter um futuro financeiro mais tranquilo”, afirma Carolina.
De acordo com o consultor, a regra principal para administrar o orçamento é gastar menos do que se ganha. Devem-se dividir as despesas em dois grupos: essenciais, obrigatórias e presentes em todos os meses, e variáveis. O bom controle das despesas variáveis, principalmente do cartão de crédito, é o fator preponderante para o sucesso na organização do orçamento.
Segundo os especialistas, não existe uma fórmula mágica. A alternativa para evitar surpresas e não deixar que o investimento perca valor ao longo do tempo é equiparar as contribuições a um percentual do salário.
PREVI Futuro
Quem ingressou no Banco do Brasil a partir de 1998 pode contar com o PREVI Futuro e com algumas vantagens relacionadas a quem tem planos abertos. De qualquer forma, também é muito importante acompanhar o plano e a acumulação do saldo de conta.
A primeira vantagem é a contrapartida do Banco do Brasil nas contribuições. A cada R$ 1 real de contribuição do participante, o BB contribui com R$ 1. Ademais, para que o valor da contribuição acompanhe a evolução da carreira do participante e não fique defasado, é direito dele fazer uma contribuição adicional mensal, que também é acompanhada pelo Banco. Trata-se da Parte 2b, calculada com base na pontuação individual de cada participante e fundamental para que o benefício a ser recebido no futuro seja mais próximo à sua remuneração na ativa.
Além desta, os participantes do PREVI Futuro também podem fazer contribuições adicionais mensais ou esporádicas, sem contrapartida do patrocinador. Pode ser uma boa oportunidade para aplicar parte de rendas extras como PLR e 13º salário.Leia mais aqui.

Fonte: Previ

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