Entidades sindicais criticam aumento em plano de saúde e cobram avanços nas negociações com Itaú

Em negociação com o banco Itaú, nesta segunda-feira 26, as entidades sindicais criticaram a decisão do banco de reajustar o plano de saúde, sem qualquer debate prévio com os representantes dos trabalhadores.

O reajuste foi comunicado pelo banco durante apresentação sobre a estrutura atual do Plano de Saúde, médico e odontológico. Cerca de 12% dos funcionários da ativa, que fizeram up-grade ou que têm agregados no plano, tiveram um reajuste de 14,91% na média. Já os funcionários aposentados a partir de 1º de janeiro deste ano tiveram um aumento de até 39% de reajuste.

Os dirigentes sindicais, acompanhados de técnicos do Dieese, fizeram uma análise prévia dos números e protocolaram um documento solicitando mais informações, como quantidade de ativos, aposentados, assistidos, agregados, por faixa etária; sinistralidade por faixa etária; valor total das co-participações; dentre outros itens. A continuidade da negociação está prevista para a primeira quinzena de abril.

Também estavam previstos para a rodada desta segunda-feira debates sobre PCR (Participação Complementar nos Resultados), auxílio-educação e questões relativas ao emprego no banco. Os pontos, no entanto, foram remetidos para reuniões específicas, a serem agendadas para o mês de abril.

“Sobre a PCR, deixamos claro que a regra hoje estabelecida não agrada. Uma das principais reclamações do bancário é com relação ao formato. E o entendimento para o valor é de tem que ser maior do que a do último acordo”, antecipa Valdir Machado, diretor da FETEC-CUT/SP.

Lucimar Cruz Beraldo

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